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Artigo | Timing de Mercado

  • Publicado em 27 de agosto

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Evolução dos Fundos Imobiliários

A indústria de FIIs é relativamente recente; o IFIX teve início no final de 2010. Em pouco mais de 15 anos de história, os Fundos Imobiliários ganharam relevância e notoriedade, atingindo mais de R$ 300 milhões negociados por dia, com um valor total de R$ 140 bilhões e mais de 2,7 milhões de investidores. Cada vez mais, institucionais de outros segmentos iniciaram a cobertura e o investimento no setor, incluindo: fundos de pensão, fundos multimercado e índices internacionais.

A evolução da indústria também passa pela consolidação de novos setores. Inicialmente, o IFIX era basicamente composto por FIIs de Tijolo, vários deles fundos passivos e/ou monoativos. Ao longo do tempo, os fundos de gestão ativa dominaram o índice, assim como novos setores como os fundos de CRIs, FOFs e, recentemente, Hedge Funds. Atualmente a Classe de Tijolo representa 55% do índice e a Classe de Papel (CRIs, FOFs, Hedge Funds) 45%.

Também sob a ótica das gestoras com fundos no IFIX, movimentos interessantes ocorreram desde a pandemia até hoje. Em 2020, as 10 maiores gestoras administravam 73% do índice, enquanto 17% estavam sob gestão de outras 24 gestoras, totalizando 34 no IFIX. Com o aumento da liquidez e condições macroeconômicas favoráveis em 2021 e 2022, novas gestoras entraram no mercado, reduzindo a concentração das 10 maiores para 62% e ampliando o número total de gestoras para 50. Já em 2023 e 2024, os principais veículos ganharam mais espaço com emissões acima de R$ 1 bilhão, elevando novamente a concentração entre as 10 maiores para 71%, além de um movimento de consolidação de gestoras liderado pelo Pátria.

Ao analisar o retorno total histórico, o IFIX triplicou o capital dos investidores, mesmo atravessando crises econômicas e políticas, como as de 2015-2016, a COVID-19 e a forte inflação. Isso simboliza a essência dos Fundos Imobiliários: prédios comerciais e residenciais, galpões, CRIs e shoppings, que protegem o capital do investidor no longo prazo, inclusive contra a inflação. Por isso, o mercado imobiliário representa a maior alocação de capital do mundo.

Entendendo o momento atual

Para entender o cenário atual, é importante compreender a relação dos FIIs com o cenário macroeconômico, representado pela NTN-B. Ativos imobiliários, em geral, são comparados aos bonds long duration , no nosso caso, à NTN-B de longo prazo. Isso porque repassam a inflação em seus aluguéis, protegem o principal e fornecem um yield recorrente. Com isso, é natural que as variações do Tesouro sirvam como benchmark para a precificação dos FIIs.

Em agosto de 2024, a NTN-B 2035 chegou a ser negociada a 5,80%. Desde então, a sequência de notícias negativas referentes aos riscos fiscais, somada à turbulência internacional, com o agravamento de conflitos armados e guerras comerciais, culminou na negociação da NTN-B a 7,8%, a maior taxa dos últimos 15 anos, comparável apenas aos níveis de 2015-16, refletindo o aumento do risco-país.

Com isso, os FIIs, assim como praticamente todas as classes de ativos no Brasil, refletiram o aumento do risco com queda nos preços na bolsa.

Em janeiro de 2025, o IFIX está sendo negociado com um desconto superior a 18% em relação ao seu valor patrimonial, um patamar inferior ao do pico da pandemia, quando o desconto foi de 16%, próximo à crise de 2015-16 (24%) . Vale lembrar que, atualmente, o índice é composto por 45% de FIIs de Papel, que, por natureza, deveriam ser menos impactados em momentos de estresse.

Analisando separadamente, os FIIs de Papel no IFIX estão sendo negociados com um desconto de 12%, enquanto os FIIs de Tijolo apresentam um desconto de 21%. No pico da pandemia, esses valores chegaram a 14,5% e 17,8%, respectivamente.

Um ponto de atenção importante é avaliar os riscos de cada operação para determinar se o impacto atual é fundamentado em questões estruturais. Como cerca de 65% do fluxo de compras e vendas de FIIs é gerado por investidores pessoa física, é compreensível que ocorram distorções na precificação de ativos, tanto de forma positiva quanto negativa.

Overshooting

No paralelo com 2015-16, a situação econômica era outra. Vimos queda do PIB de -3,15% em 2015 e -2,90% em 2016.

Naquele cenário, mesmo portfólios premium de shoppings enfrentaram quedas no valor real de vendas de -8,0% em 2015 e -4,15% em 2016. O impacto negativo no setor logístico foi evidenciado pelo maior nível de vacância (21,8%) dos últimos 12 anos, além da queda nos preços médios de locação de -3,6%. Como a inflação de 2016 foi de 6,3%, o impacto real negativo foi de -9,3%. Fora os anos de pandemia, 2016 foi o único ano em que tivemos absorção líquida negativa (-120 mil m²) no setor corporativo em SP.

Em suma, os preços dos FIIs foram afetados com base em argumentos fundamentalistas: as operações foram intensamente impactadas.

De forma oposta, em 2024, o mesmo portfólio premium de shoppings mencionado apresentou um crescimento médio de vendas de 3,3% acima da inflação. O setor logístico atingiu o menor nível de vacância da história (8,17%). Até mesmo o setor de lajes corporativas, que foi extremamente impactado pela pandemia, teve o melhor ano de absorção líquida já registrado, com mais de 484 mil m² em SP.

Mesmo com uma série de notícias operacionais positivas, podemos observar no gráfico acima que os Fundos Imobiliários estão sendo negociados em patamares similares aos de 2015-16. O Dividend Yield do IFIX atual supera 14,8% a.a., gerando um spread de 7,0% em relação à NTN-B mais alta dos últimos 15 anos.

Na visão da RBR, podemos estar diante de um ‘overshooting ‘, uma reprecificação exagerada dos preços dos FIIs, em que os fundamentos operacionais não estão sendo devidamente considerados.

Diferentes setores, diferentes upsides

O IFIX pode ser dividido em dois clusters principais: Tijolo (55%) e Papel (45%). Separamos a classe de Tijolo nos cinco principais setores apresentados ao lado. A análise é composta pelos fundos mais representativos de cada setor.

De modo geral, os setores de Tijolo estão sendo negociados com um Dividend Yield entre 10% e 12% . Além disso, com o reajuste dos contratos de aluguel pela inflação, podemos inferir um carrego de IPCA + 10% a 12%.

Adicionalmente, avaliamos o valor justo de cada ativo dentro de cada fundo. Essa avaliação gera um Fair Cap Rate* para os fundos e, consequentemente, para os setores. No ano passado, praticamente todas as transações imobiliárias no mercado privado ocorreram com Cap Rates próximos de 8,0% a 9,0%, em linha com nossas avaliações.

O objetivo de estimarmos o valor justo dos ativos é compará-lo ao valor implícito negociado na bolsa, permitindo uma estimativa de ganho de capital ao longo do tempo. O Implied Cap Rate leva em consideração os preços de mercado, que estão depreciados, resultando em uma distorção expressiva em relação ao Fair Cap Rate . O ganho de capital estimado (Upside ) varia entre 20% e 40%, com expectativa de realização ao longo do tempo.

Se assumirmos uma premissa conservadora de convergência ao valor justo em um período de cinco anos e somarmos o carrego evidenciado acima, projetamos uma TIR de 20% a 30% ao ano para o setor de Tijolo.

FIIs de Papel também valem a pena?

Diferentemente dos fundos de Tijolo, os fundos de Recebíveis e FOFs possuem marcação mensal a mercado (MTM) do patrimônio líquido (PL), o que faz com que o PL já reflita as variações do mercado. Além disso, como os fundos de recebíveis investem em dívidas, e não em equities, deveriam oferecer ainda mais proteção ao capital do investidor.

Na prática, os FIIs de CRI realmente apresentam menor volatilidade. No entanto, o setor de Recebíveis está 12% abaixo do valor patrimonial, que já foi impactado negativamente pela marcação da NTN-B. Dessa forma, o investimento nesses FIIs não se configura apenas como uma tese de carrego, mas também como uma oportunidade de ganho de capital.

Seguindo uma metodologia semelhante à dos FIIs de Tijolo, a análise dos FIIs de CRI avalia individualmente cada ativo, definindo uma taxa justa para cada operação com base na curva de juros atual. Partimos do pressuposto de que os preços de mercado convergirão para o valor patrimonial (PL) ao longo do duration médio do portfólio (entre 3 e 5 anos), por se tratarem de dívidas com cronograma de pagamentos definidos. Ao somarmos esse desconto à taxa MTM da carteira, obtemos a taxa implícita de mercado. O diferencial entre a taxa de mercado e a taxa justa (fair) representa o potencial de valorização (upside) de cada FII.

Entre as quatro subclasses, apenas os FIIs High Grade alocados em CDI estão sendo negociados acima do PL, sendo vistos como uma alternativa de caixa. Por fim, ao aplicarmos o desconto de mercado ao retorno estimado pela taxa justa do portfólio ajustada pela duration, projetamos um retorno entre IPCA + 12% e IPCA + 14% para os FIIs indexados ao IPCA.

Performance Histórica – Multiestratégia RBR

A leitura dos ciclos imobiliários, aliada à visão fundamentalista, é a base de todas as decisões da RBR. Iniciamos a gestão das primeiras carteiras administradas há 10 anos com essa mesma essência. Principalmente em momentos de crise, a performance da carteira RBR se destacou em relação ao IFIX e ao CDI. Encerramos 2024 com uma performance total de +301% (15,8% ao ano), o que representa CDI + 6,10% ao ano e IPCA + 9,83% ao ano.

Performance Histórica – Fundos Listados

Em 2024, o IFIX registrou uma queda de 5,9%, assim como a carteira RBR mencionada acima. Em períodos desafiadores, os fundamentos dos investimentos tendem a se destacar. O RBR Alpha (RBRF11) e o RBR Hedge Fund (RBRX11) apresentaram a melhor performance na métrica PL + Dividendos em 2024 em comparação com seus pares. Embora possuam fontes de retorno distintas, compartilham a mesma base estratégica: leitura de ciclos imobiliários e uma abordagem fundamentalista.

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De 2022 a 2025, a RBR apoiou o Instituto Ambikira, que possui quase 20 anos de história e se dedica a identificar, apoiar e potencializar diferentes iniciativas que possuam capacidade e propósito de transformar partes dos desequilíbrios estruturais do nosso país.

São três principais pilares de atuação que possuem sinergia com os objetivos da RBR no que tange ao investimento social: Educação, Assistência Social, Capacitação e Gestão.

Desde sua fundação, em 2003, o Instituto já apoiou mais de 200 organizações, beneficiando mais de 700 mil pessoas. Acreditamos que o Instituto traz, por meio de sua atuação profissional e sistematizada quanto às entidades apoiadas anualmente, aprendizados fortificantes não somente financeiros mas também outros fatores intangíveis como a eficiência, a importante rede de parceiros e relacionamento, entre outros.

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Em 2024 e 2025, a RBR apoiou a Todos Pela Educação, que é uma organização de advocacy que trabalha, desde 2006, junto a atores da sociedade civil e autoridades governamentais para contribuir com a Educação no Brasil.

Não ligada a entidades governamentais ou partidos, a comunidade do Todos atua estrategicamente na promoção do debate sobre pautas da Educação no país, inclusive na produção de propostas de políticas públicas, estudos e monitoramento sobre tais iniciativas, com articulação ativa junto ao Poder Público e a atores-chave (líderes de comunidade, especialistas, estudantes e professores).

A entidade também lançou a iniciativa “Educação Já!”, que visa articular várias entidades em torno de iniciativas ligadas à reformulação do Ensino Médio e à criação de políticas para a Primeira Infância.

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A RBR Asset é signatária do Compromisso 1% desde 2024.

O Compromisso 1% é uma iniciativa importante para ampliar a participação das empresas na redução das desigualdades e na resolução de desafios socioambientais no Brasil.

Empresas de diferentes portes e setores podem participar, desde que já realizem ou se comprometam a destinar 1% de seu lucro líquido anual para organizações da sociedade civil, movimentos ou coletivos que promovam causas de interesse público.

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Em 2024 e 2025, a RBR apoiou a Fundação Estudar, que foi criada em 1991 pelos empresários Jorge Paulo Lemman, Marcelo Telles e Beto Sucupira, com o objetivo de conceder bolsas de estudo a jovens de alto potencial.

Desde então, a Fundação iniciou programas específicos para auxiliar na trajetória de estudo e formação de jovens, como o Programa “Prep Estudar Fora”, criado em 2011, para apoiar o acesso à graduação no exterior para jovens brasileiros do Ensino Médio, por meio do auxílio e acompanhamento no processo de inscrição para as universidades.

Além desse programa, a Fundação oferece várias outras iniciativas ligadas ao desenvolvimento de jovens e de lideranças, criando uma vasta comunidade de líderes impactados pela Fundação.

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O Instituto Rizomas nasceu em 2017, na Base Colaborativa, com o intuito de desenvolver habilidades socioemocionais de crianças e adolescentes da comunidade da Portelinha, na região do Capão Redondo.

Atualmente, o Instituto oferece apoio no contraturno escolar para que os alunos possam continuar aprendendo português (inclusive para alfabetização), matemática e inglês e também envolvidos em atividades de caráter socioemocional. Além disso, a entidade realiza ações aos finais de semana com voluntários e a comunidade.

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De 2022 a 2025, a RBR apoiou o Colégio Mão Amiga, uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que se diferencia por ser uma escola filantrópica (com a Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social – CEBAS/Educação) que garante um ensino formal de qualidade a 660 crianças e adolescentes de baixa renda, desde a educação infantil até o ensino médio. A escola está localizada no bairro Jardim Santa Júlia, periferia da cidade de Itapecerica da Serra, a 1 Km da divisa com o município de São Paulo.

Trata-se de uma região de grande vulnerabilidade social, uma vez que há pouca oferta de empregos, preponderando o mercado informal, o tráfico de drogas e a violência. Além de oferecer ensino formal de qualidade e impactar as famílias das crianças ao longo de todo o ensino (desde o ensino básico até o médio), o Colégio Mão Amiga também funciona como centro de apoio nos contraturnos e aos finais de semana para a comunidade, oferecendo atividades de cunho socioemocional.

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A RBR é uma das principais apoiadoras do Instituto Sol, uma instituição sem fins lucrativos que identifica jovens incríveis, estudantes do nono ano da rede pública, e oferece acesso e inclusão em uma trilha educacional transformadora a partir do ensino médio, durante o ensino superior até o primeiro ano no mercado de trabalho.

A RBR, de forma pioneira, desde dezembro/2019, passou a doar 1% da taxa de gestão recebida de um dos fundos geridos – RBR Properties, que atualmente possui patrimônio líquido superior a R$ 1 bilhão – para o instituto. Como o referido fundo possui prazo indeterminado e não é passível de resgates, a doação é perpétua, criando ótima previsibilidade para o instituto investir na sua missão.

O valor é parte do montante pago à gestora e não possui nenhum impacto ao cotista. Além disso, em 2021, a RBR destinou o equivalente a 0,5% do seu lucro líquido para o Instituto Sol.