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Marcação a Mercado, Uma Vantagem ou Desvantagem

  • Publicado em 31 de agosto

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Marcação a Mercado, uma vantagem ou desvantagem

Dias atrás, estávamos estruturando uma apresentação aos clientes de um escritório de agentes autônomos (AAI) sobre os temas: (i) “porquê” investir em Fundos Imobiliários (FIIs); e (ii) como “surfar” cada momento do ciclo imobiliário. Um comparativo entre FIIs e Imóvel Físico, com as vantagens e desvantagens de cada modalidade, estava presente em um dos slides, e é especificamente um dos pontos ali abordados que vamos explorar nesse artigo: a desvantagem de FIIs do ponto de vista da marcação a mercado.

Para quem ainda desconhece, a marcação a mercado é o processo de refletir o valor de mercado nos ativos. Para simplificar, no caso de um ativo listado, é o preço de tela da última negociação do ativo num ambiente de Bolsa. A inexorável oscilação de preço causa incômodo em grande parte dos investidores de FIIs, que não é observada no preço de um imóvel. E, nesse ponto, traremos uma reflexão.

Imagine que você comprou um apartamento de R$ 1 milhão no mês passado, esse valor pago foi, portanto, a marcação a mercado deste ativo. Passado um mês, qual é o valor do apartamento? Como o objetivo primordial do investimento em imóveis é proteger-se da inflação e ter um ganho de capital com o tempo, a resposta mais provável seria no mínimo R$ 1 milhão, certo?!

Agora, vamos supor que este apartamento tenha sido comprado ao final de 2014, o início da recessão brasileira, e a mesma pergunta fosse feita em 2016, qual seria a provável resposta? Na declaração de imposto de renda do comprador, o mesmo valor estará marcado: R$ 1 milhão.

No entanto, ao compararmos a inflação no período (19,2%) e o índice de valorização dos imóveis FipeZap (4,3%), chegamos a uma perda real de 14,1%. É isso mesmo, o imóvel perdeu valor!

No mesmo período, o IFIX, uma espécie de Ibovespa dos FIIs, teve performance acumulada de 39,5%. Claro, a análise de tal performance abrange diversos aspectos e é muito mais complexa do que a mera análise da performance, mas o ponto aqui não é discutir a performance histórica dos FIIs contra os imóveis físicos, e sim, a marcação a mercado de ambos.

Enquanto o investidor de imóvel pode ter tido uma sensação de segurança e estabilidade ao longo do período recessivo, o investidor de FIIs passou por mais emoções com o sobe e desce do valor das cotas. E, tal oscilação de preços, não necessariamente significa que ele incorreu em mais risco; na verdade, foi o contrário. Vamos explicar o porquê. O investidor de FIIs em 2016:

(i) Comprou o ativo abaixo do custo de reposição;

(ii)  O portfólio estava diversificado em mais de um segmento imobiliário, assim como sua carteira de locatários;

(iii) Numa eventual necessidade de liquidez, conseguiria vender suas cotas em 1 a 3 dias, em um cenário bastante conservador;

(iv) Teve oportunidade de trocar de ativos ao longo do tempo, eventualmente realizando lucro daqueles FIIs com melhor performance;

(v) Não pagou IR sobre o rendimento distribuídos (equivalente ao aluguel dos ativos); e

(vi) Não precisou lidar com burocracias (como cartórios, negociação de documentos etc.) e também incorrer em custos excessivos de operação (como ITBI).

Com certeza tais fatores não são considerados na avaliação de imóveis feito pelo investidor de imóvel físico. O fato do seu imóvel não ser “marcado”, isto é, a percepção que o seu valor não sofre alterações no tempo, traz a falsa sensação de segurança e estabilidade do investimento em imóveis. O impacto – positivo ou negativo – normalmente só é percebido no momento da venda.

A nossa proposição com esse texto é dar uma sugestão ao investidor imobiliário (de forma direta ou indireta): encare a marcação a mercado como algo positivo, e não negativo. A marcação a mercado não obriga o investidor a tomar qualquer ação. Não é necessário comprar ou vender um ativo em razão do “carimbo” da marcação. É apenas uma referência momentânea de quanto os investidores estão dispostos a pagar em determinado ativo. Que tal aproveitar os momentos de “stress de mercado” ou “aversão a risco exagerada” para comprar um pouco mais daqueles imóveis/FIIs que você gosta? Ou então vender bem acima do preço justo de um imóvel/FII num momento de otimismo exagerado de investidores? Incorporar essa forma de enxergar os investimentos também aos investimentos diretos em imóveis provocará uma drástica mudança de comportamento do investidor.

Na RBR, por exemplo, quando um ativo negocia abaixo do seu custo de reposição e/ou muito próximo, mas há um claro desbalanceamento favorável entre oferta e demanda numa determinada região, optamos por comprar o ativo, seja via B3 (Bolsa de Valores) ou no mercado privado, comprando o “tijolo” diretamente (por meio dos nossos fundos). Em um cenário de ativos sobrevalorizados, possivelmente enxergaremos uma oportunidade de realizar ganhos nos investimentos.

Ao investidor que gosta muito de imóvel físico, fica a reflexão se realmente a marcação a mercado de um FII é uma desvantagem. Na nossa visão, é uma forma de acompanhar o desempenho de seus investimentos, em qualquer categoria e modalidade.

Nesse contexto, agradecemos muito o crescimento do mercado de FIIs, pois, com isso, ganhamos cada vez mais opções de investir em imóveis com liquidez diária, unindo a classe de ativo que mais gostamos com a liquidez antes somente encontrada em outros mercados líquidos e organizados, como ações e renda fixa. Nos EUA, já é assim há tempos com os REITs (Real Estate Investment Trust), estrutura bastante similar a dos FIIs e que recebe investimentos de mais de 20% dos americanos.

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De 2022 a 2025, a RBR apoiou o Instituto Ambikira, que possui quase 20 anos de história e se dedica a identificar, apoiar e potencializar diferentes iniciativas que possuam capacidade e propósito de transformar partes dos desequilíbrios estruturais do nosso país.

São três principais pilares de atuação que possuem sinergia com os objetivos da RBR no que tange ao investimento social: Educação, Assistência Social, Capacitação e Gestão.

Desde sua fundação, em 2003, o Instituto já apoiou mais de 200 organizações, beneficiando mais de 700 mil pessoas. Acreditamos que o Instituto traz, por meio de sua atuação profissional e sistematizada quanto às entidades apoiadas anualmente, aprendizados fortificantes não somente financeiros mas também outros fatores intangíveis como a eficiência, a importante rede de parceiros e relacionamento, entre outros.

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Em 2024 e 2025, a RBR apoiou a Todos Pela Educação, que é uma organização de advocacy que trabalha, desde 2006, junto a atores da sociedade civil e autoridades governamentais para contribuir com a Educação no Brasil.

Não ligada a entidades governamentais ou partidos, a comunidade do Todos atua estrategicamente na promoção do debate sobre pautas da Educação no país, inclusive na produção de propostas de políticas públicas, estudos e monitoramento sobre tais iniciativas, com articulação ativa junto ao Poder Público e a atores-chave (líderes de comunidade, especialistas, estudantes e professores).

A entidade também lançou a iniciativa “Educação Já!”, que visa articular várias entidades em torno de iniciativas ligadas à reformulação do Ensino Médio e à criação de políticas para a Primeira Infância.

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A RBR Asset é signatária do Compromisso 1% desde 2024.

O Compromisso 1% é uma iniciativa importante para ampliar a participação das empresas na redução das desigualdades e na resolução de desafios socioambientais no Brasil.

Empresas de diferentes portes e setores podem participar, desde que já realizem ou se comprometam a destinar 1% de seu lucro líquido anual para organizações da sociedade civil, movimentos ou coletivos que promovam causas de interesse público.

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Em 2024 e 2025, a RBR apoiou a Fundação Estudar, que foi criada em 1991 pelos empresários Jorge Paulo Lemman, Marcelo Telles e Beto Sucupira, com o objetivo de conceder bolsas de estudo a jovens de alto potencial.

Desde então, a Fundação iniciou programas específicos para auxiliar na trajetória de estudo e formação de jovens, como o Programa “Prep Estudar Fora”, criado em 2011, para apoiar o acesso à graduação no exterior para jovens brasileiros do Ensino Médio, por meio do auxílio e acompanhamento no processo de inscrição para as universidades.

Além desse programa, a Fundação oferece várias outras iniciativas ligadas ao desenvolvimento de jovens e de lideranças, criando uma vasta comunidade de líderes impactados pela Fundação.

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O Instituto Rizomas nasceu em 2017, na Base Colaborativa, com o intuito de desenvolver habilidades socioemocionais de crianças e adolescentes da comunidade da Portelinha, na região do Capão Redondo.

Atualmente, o Instituto oferece apoio no contraturno escolar para que os alunos possam continuar aprendendo português (inclusive para alfabetização), matemática e inglês e também envolvidos em atividades de caráter socioemocional. Além disso, a entidade realiza ações aos finais de semana com voluntários e a comunidade.

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De 2022 a 2025, a RBR apoiou o Colégio Mão Amiga, uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que se diferencia por ser uma escola filantrópica (com a Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social – CEBAS/Educação) que garante um ensino formal de qualidade a 660 crianças e adolescentes de baixa renda, desde a educação infantil até o ensino médio. A escola está localizada no bairro Jardim Santa Júlia, periferia da cidade de Itapecerica da Serra, a 1 Km da divisa com o município de São Paulo.

Trata-se de uma região de grande vulnerabilidade social, uma vez que há pouca oferta de empregos, preponderando o mercado informal, o tráfico de drogas e a violência. Além de oferecer ensino formal de qualidade e impactar as famílias das crianças ao longo de todo o ensino (desde o ensino básico até o médio), o Colégio Mão Amiga também funciona como centro de apoio nos contraturnos e aos finais de semana para a comunidade, oferecendo atividades de cunho socioemocional.

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A RBR é uma das principais apoiadoras do Instituto Sol, uma instituição sem fins lucrativos que identifica jovens incríveis, estudantes do nono ano da rede pública, e oferece acesso e inclusão em uma trilha educacional transformadora a partir do ensino médio, durante o ensino superior até o primeiro ano no mercado de trabalho.

A RBR, de forma pioneira, desde dezembro/2019, passou a doar 1% da taxa de gestão recebida de um dos fundos geridos – RBR Properties, que atualmente possui patrimônio líquido superior a R$ 1 bilhão – para o instituto. Como o referido fundo possui prazo indeterminado e não é passível de resgates, a doação é perpétua, criando ótima previsibilidade para o instituto investir na sua missão.

O valor é parte do montante pago à gestora e não possui nenhum impacto ao cotista. Além disso, em 2021, a RBR destinou o equivalente a 0,5% do seu lucro líquido para o Instituto Sol.